Leandro Dos Santos Souza
"Tudo acaba nisso
É a única questão
Embriagar-se é preciso
Não importa que horas são
Não ser escravo do tempo
Nas escadarias de um palácio
Na beira de um barranco
Ou na solidão do quarto
Embriague-se
Embriague-se de noite
Ou ao meio-dia
Embriague-se numa boa
De vinho, virtude ou poesia
Tudo acaba nisso
É a única questão
Embriagar-se é preciso
Não importa que horas são
Pra quem foge, pra quem geme
Pra quem fala, pra quem canta
Pra não ter medo da maldade
Pra acordar toda cidade
Embriague-se
Embriague-se de noite
Ou ao meio-dia
Embriague-se numa boa
De vinho, virtude ou poesia"
É a única questão
Embriagar-se é preciso
Não importa que horas são
Não ser escravo do tempo
Nas escadarias de um palácio
Na beira de um barranco
Ou na solidão do quarto
Embriague-se
Embriague-se de noite
Ou ao meio-dia
Embriague-se numa boa
De vinho, virtude ou poesia
Tudo acaba nisso
É a única questão
Embriagar-se é preciso
Não importa que horas são
Pra quem foge, pra quem geme
Pra quem fala, pra quem canta
Pra não ter medo da maldade
Pra acordar toda cidade
Embriague-se
Embriague-se de noite
Ou ao meio-dia
Embriague-se numa boa
De vinho, virtude ou poesia"
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"Tudo acaba nisso
É a única questão
Embriagar-se é preciso
Não importa que horas são
Não ser escravo do tempo
Nas escadarias de um palácio
Na beira de um barranco
Ou na solidão do quarto
Embriague-se
Embriague-se de noite
Ou ao meio-dia
Embriague-se numa boa
De vinho, virtude ou poesia
Tudo acaba nisso
É a única questão
Embriagar-se é preciso
Não importa que horas são
Pra quem foge, pra quem geme
Pra quem fala, pra quem canta
Pra não ter medo da maldade
Pra acordar toda cidade
Embriague-se
Embriague-se de noite
Ou ao meio-dia
Embriague-se numa boa
De vinho, virtude ou poesia"